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Configurar a ingestão

Depois de instalar, o datalake ainda está vazio — nenhum banco está marcado. Esta é a configuração mínima para o primeiro dado chegar.

Em Origens, ligue o recebimento de eventos de snapshot e marque quais clusters alimentam o datalake. Você escolhe se quer snapshots automáticos, manuais, ou os dois.

Aqui há uma ordem que surpreende: o primeiro snapshot serve só para revelar a estrutura. A lista de bancos e tabelas vem do próprio export, não de uma conexão com o banco — é isso que dispensa credenciais e acesso de rede à origem. O preço é que o Data Pump só sabe o que existe depois de ver um export.

Espere a janela de backup, ou tire um snapshot manual para não esperar.

Em Bancos, os bancos encontrados no export aparecem para marcar. Só o que for marcado é ingerido.

Cada banco marcado mostra o nome que ele terá no datalake — clique para trocar. O nome do banco é o prefixo das tabelas catalogadas: com o apelido vendas, a tabela payment vira vendas.payment.

O mesmo vale por tabela: abra Escolher tabelas e cada tabela mostra o nome de destino, também clicável. É como tb_pgto vira pagamentos.

A lista de tabelas tem dois comportamentos, e a diferença aparece quando uma tabela nova surge no banco:

Modo A lista guarda Tabela nova
Exclusão o que não entra é ingerida sozinha
Inclusão o que entra fica de fora até ser marcada

Escolha pelo que muda menos: quem quer o banco quase inteiro usa exclusão e não precisa mexer quando uma tabela aparece; quem quer poucas tabelas usa inclusão e fica protegido de ingerir algo inesperado.

No próximo snapshot, o pipeline roda completo. Em Execuções você vê cada etapa e quais tabelas foram atualizadas; em Datalake, as tabelas catalogadas, com colunas e contagem de linhas.

Se algo não chegou, veja quando algo falha.

Um export que já está no S3 pode ser reingerido sem tirar snapshot novo. Em Extrações, cada export tem a ação de reprocessar — útil depois de mudar apelidos, filtros ou partições.